
O homem que permite o egoísmo em suas escolhas,
e que permite que a ambição interfira no bem comum,
um dia também poderá ser vítima,
vítima de todas as mudanças pertinentes da vida,
vítima daqueles que brincam de donos do poder.
O ser que por sua magnetude produz fantoches
Num palco de tristezas e desavenças,
Reproduz a inferioridade de seus atos em suas
Peças teatrais e recebe vaias de menosprezo.
O homem que planta a tristeza, colhe a ilusão,
A ilusão alimenta o vazio de sua alma e desencadeia
A perpétua tormenta.
O vazio remanescente tortura a mente e resplandece a
limitação individual.
Do mal se prova, e do bem se vive.
Mesmo que a esperança se faça cessar,
A prova da doçura da vida amplia as necessidades
de opções.
Agir em prol de um único ser, aumenta a expectativa
da corrente do bem.

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